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Reforma Tributária e o MEI em 2026: O que muda Para os Microempreendedores?

A Reforma Tributária vem sendo implementada de forma gradual desde 2023 e, com o calendário avançando, muitos microempreendedores já estão se perguntando: o que vai mudar para o MEI em 2026? O ano marca uma nova fase de transição no sistema tributário brasileiro, e entender essas mudanças é essencial para quem deseja manter seu negócio em dia com o Fisco e, claro, evitar surpresas desagradáveis. Neste artigo, vamos explicar de forma simples e prática as mudanças previstas para o MEI em 2026 e o que você pode fazer para se preparar. O MEI continua existindo em 2026? Sim, o MEI continuará sendo uma figura central no sistema tributário simplificado. A Constituição Federal, após a Reforma Tributária, garantiu o tratamento favorecido para pequenos negócios, o que inclui o MEI. Portanto, a categoria continua ativa, com pagamento unificado via DAS, acesso a benefícios do INSS e possibilidade de emitir notas fiscais. Quais mudanças já começaram a afetar o MEI? A partir de 2025, algumas diretrizes começaram a ser implementadas, preparando o terreno para alterações maiores que chegam em 2026: O que muda para o MEI em 2026? 1. Cobrança indireta do IBS e CBS O MEI não será obrigado a apurar diretamente o IBS e o CBS, como as empresas maiores. No entanto, esses tributos passarão a ser embutidos nos produtos e serviços adquiridos, aumentando os custos operacionais indiretamente, especialmente para MEIs que compram de fornecedores do regime normal. Na prática: mesmo pagando o DAS como sempre, o MEI pode sentir aumento nos preços de insumos. 2. Nova faixa de faturamento em debate O governo e o Congresso discutem o aumento do teto de faturamento do MEI para R$ 144.913,41 ao ano, equivalente a cerca de R$ 12 mil por mês. A expectativa é que esse novo limite seja aprovado até o final de 2025 e passe a valer a partir de janeiro de 2026. Isso permitirá que mais empreendedores permaneçam como MEI, mesmo com crescimento nas vendas, sem a necessidade de migrar para o Simples Nacional. 3. Aumento do valor do DAS Com a nova estrutura tributária e a atualização do salário mínimo, o valor do DAS poderá passar por reajustes. Em 2025, o valor gira em torno de R$ 70 a R$ 75. Para 2026, pode superar R$ 80,00 mensais, especialmente se a alíquota for ajustada com base na CBS e IBS embutidos. 4. Mais cruzamento de dados e fiscalização inteligente Com a integração dos sistemas federais, estaduais e municipais, o Fisco terá acesso em tempo real a: Ou seja: a informalidade está com os dias contados. MEIs que não informam corretamente seu faturamento podem ser desenquadrados automaticamente. 5. Obrigatoriedade da nota fiscal eletrônica nacional A emissão da nota fiscal eletrônica nacional (NFS-e) já está implantada para MEIs prestadores de serviços e, em 2026, todos os MEIs serão obrigados a utilizar esse sistema, inclusive os do comércio e indústria. Isso elimina a emissão de notas manuais ou sistemas próprios estaduais, padronizando o processo. O que NÃO muda para o MEI em 2026 Como se preparar para 2026? Se você é MEI ou está pensando em se formalizar, aqui vão algumas dicas práticas: Conclusão O ano de 2026 será um divisor de águas para a tributação dos pequenos negócios no Brasil. O MEI continuará existindo, só que em um cenário mais digitalizado, automatizado e com fiscalização reforçada. Isso exige maior atenção, controle e profissionalismo de quem deseja crescer de forma sustentável. Manter-se regular com a Receita e acompanhar as mudanças é a melhor estratégia para evitar problemas com o Fisco e aproveitar as vantagens do regime simplificado. Quer ajuda para manter sua regularidade como MEI em 2026? A Profits Contabilidade Digital é especialista em MEI. Oferecemos atendimento 100% online, com planos acessíveis, emissão de notas, declaração anual e suporte contábil completo. Fale com a Profits agora mesmo e prepare-se para 2026 com segurança!

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Apsentadoria do MEI

MEI Tem Direito a se Aposentar? Descubra os Benefícios da Previdência para Microempreendedores Individuais

O Microempreendedor Individual (MEI) é uma das figuras mais importantes no cenário econômico brasileiro, oferecendo formalização com menos burocracia e carga tributária reduzida. Mas uma dúvida muito comum entre profissionais autônomos e liberais é: o MEI tem direito a se aposentar pelo INSS? Neste artigo, vamos explicar em detalhes como funciona a aposentadoria para MEI, quais os requisitos, tipos de aposentadoria disponíveis, e o que fazer para garantir uma renda futura tranquila. Vamos lá? O MEI Contribui para o INSS? Sim! Todo MEI, ao pagar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), contribui automaticamente com a Previdência Social. Essa contribuição corresponde a 5% do salário mínimo vigente, sendo uma das principais vantagens da formalização. Com isso, o MEI passa a ter acesso a uma série de benefícios previdenciários, incluindo: Como Funciona a Aposentadoria para o MEI? Atualmente, com a Reforma da Previdência de 2019, o regime de aposentadoria mudou e é preciso cumprir novos critérios. No caso do MEI, o tipo mais comum é a aposentadoria por idade. Regras atuais: Ou seja, o MEI pode sim se aposentar, desde que mantenha suas contribuições mensais em dia por pelo menos 15 anos e atinja a idade mínima exigida. Quais São os Tipos de Aposentadoria Possíveis para o MEI? O MEI tem direito a dois tipos principais de aposentadoria: 1. Aposentadoria por Idade Como explicamos acima, essa é a mais comum entre os microempreendedores. 2. Aposentadoria por Invalidez Caso o MEI sofra algum acidente ou doença que o torne permanentemente incapaz de trabalhar, poderá ter direito a essa aposentadoria, desde que esteja contribuindo com o INSS e cumpra a carência mínima de 12 meses (em alguns casos, essa carência é dispensada). Atenção: O MEI não tem direito à aposentadoria por tempo de contribuição apenas com a alíquota de 5% do salário mínimo. Quero Aposentadoria por Tempo de Contribuição. É Possível? Sim, mas é preciso fazer um complemento de contribuição. O MEI pode optar por contribuir com mais 15% do salário mínimo, além dos 5% já pagos no DAS, totalizando 20%. Com isso, passa a ter direito à aposentadoria por tempo de contribuição e pode usar esse tempo para outros cálculos e regras de transição. Como complementar? Basta emitir uma Guia da Previdência Social (GPS) com o código 1910 (para contribuintes facultativos) ou 1007 (contribuinte individual), com o valor correspondente. MEI Atrasou Contribuições: Ainda Pode se Aposentar? Sim, é possível regularizar os pagamentos em atraso, inclusive com possibilidade de parcelamento junto à Receita Federal. No entanto, o tempo de contribuição só será contado após a quitação dos débitos. Por isso, manter as contribuições em dia é essencial para garantir seus direitos no futuro. Vale a Pena Contribuir como MEI? Com certeza! Mesmo com a alíquota reduzida, o MEI já garante proteção previdenciária para si e seus dependentes. Para quem deseja uma cobertura mais ampla, é possível complementar a contribuição. Além disso, a formalização traz outros benefícios, como acesso a crédito, emissão de nota fiscal e participação em licitações. Conclusão Sim, o MEI tem direito a se aposentar! E mais do que isso: com um bom planejamento, é possível ampliar os benefícios e garantir uma aposentadoria segura e tranquila. Manter as contribuições em dia e entender as regras do INSS são os primeiros passos para esse objetivo. Se você é um profissional da saúde e deseja ter mais segurança fiscal e previdenciária, uma contabilidade digital especializada pode ajudar a organizar suas finanças e garantir todos os seus direitos. 💼 Quer se aposentar com tranquilidade e ainda manter suas obrigações em dia com o fisco? Fale com a Profits Contabilidade e conheça nossos planos exclusivos para MEI. Estamos prontos para te ajudar!

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Quando Migrar do MEI: O Momento Certo Para Crescer, Pagando Menos Impostos

O MEI (Microempreendedor Individual) é uma das formas mais simples de formalização no Brasil e costuma ser a escolha inicial de professores, funcionários públicos e prestadores de serviço em geral que desejam emitir notas fiscais e atuar de forma regular. No entanto, o que muitos empreendedores não percebem é que o MEI possui limites claros e que permanecer nesse regime além do momento ideal pode gerar prejuízos financeiros e riscos fiscais. Neste artigo, você vai entender quando migrar do MEI, quais são os sinais mais importantes de alerta, os riscos de não fazer essa transição no momento correto e como encarar essa mudança de forma estratégica e segura. Principais sinais de que está na hora de migrar do MEI 1. Faturamento próximo ou acima do limite anual Se o seu faturamento mensal está se aproximando do teto permitido pelo MEI, o sinal de alerta já deve estar ligado. Ultrapassar esse limite pode gerar: Nesse cenário, migrar para Microempresa (ME) costuma ser a alternativa mais segura. Informações oficiais sobre limites e desenquadramento podem ser consultadas no Portal do Empreendedor: 2. Atividade não permitida ou mudança de atuação É comum que empreendedores iniciem suas atividades de forma simples e, com o tempo, ampliem sua atuação. Alguns exemplos: Quando a atividade exercida deixa de se enquadrar nas regras do MEI, a migração passa a ser obrigatória. 3. Necessidade de contratar mais de um funcionário ou abrir uma filial O MEI permite a contratação de apenas um funcionário e não pode haver filiais. Se o crescimento do negócio exige: a migração para ME ou outro regime empresarial torna-se inevitável para evitar riscos trabalhistas, fiscais e também para não perder oportunidades de crescimento. 4. Problemas frequentes com Imposto de Renda Pessoa Física Um erro recorrente entre MEIs é a mistura de rendas: Essa falta de separação pode gerar: Ao sair do MEI e estruturar melhor a empresa, a separação entre CPF e CNPJ torna-se mais clara e segura. A Receita Federal disponibiliza orientações oficiais sobre declaração desses rendimentos. Quais são as opções após sair do MEI Após a migração, as opções mais comuns são: A escolha do regime ideal depende de fatores como: O Sebrae disponibiliza material oficial explicando os regimes tributários: Riscos de permanecer no MEI além do momento correto Ignorar os sinais de crescimento pode resultar em: Na prática, muitos empreendedores só percebem esses riscos quando o problema já está instalado. Migrar do MEI não significa pagar mais imposto Existe o mito de que sair do MEI sempre gera aumento da carga tributária.Na realidade, com planejamento tributário adequado, a migração pode resultar em: O foco não é pagar mais, mas pagar melhor e de forma correta, de acordo com o crescimento. Conclusão Migrar do MEI no momento certo é uma decisão estratégica, especialmente para os empreendedores que estão em fase de crescimento, pois o MEI deve ser considerado o regime onde sua empresa inicia as atividades mas não onde ela deva permanecer. Se você já se identifica com um ou mais dos sinais apresentados, é fundamental avaliar a migração com antecedência para evitar riscos e aproveitar oportunidades legais de economia tributária. Confira nossos planos de contabilidade online, conte conosco para manter a legalidade e a saúde financeira da sua empresa.

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CNPJ Nutricionista

CNPJ Para Nutricionistas: Atenda como Pessoa Jurídica

Você é nutricionista e está pensando em abrir seu próprio consultório ou prestar serviços para hospitais, clínicas ou demais empresas que necessitam dos seus serviços? Então, provavelmente já se deparou com dúvidas sobre CNPJ para nutricionistas e de como atender pacientes sendo Pessoa Jurídica. Neste artigo, vamos te explicar bons motivos para você abrir o seu CNPJ, quais são os tipos de empresa mais indicados para quem atua nessa área e também sobre a emissão de notas fiscais de prestação de serviços. Acompanhe até o fim! Por que nutricionista não pode ser MEI? A profissão de nutricionista é regulamentada por lei e por isso exige formação superior específica e registro no conselho de classe (CRN). Segundo as regras do MEI (Microempreendedor Individual), atividades regulamentadas — como medicina, nutrição, odontologia e engenharia — portanto não podem optar por esse enquadramento. O MEI é destinado a profissionais que exercem atividades simples, de baixo risco e sem exigência de regulamentação. Por isso, nutricionistas não se enquadram nesse modelo empresarial, o que exige a busca por outras opções viáveis de formalização. Por que abrir um CNPJ? O CNPJ para nutricionistas pode ser algo que proporciona muitas oportunidades, mesmo não podendo ser MEI, traz diversas vantagens que vão além da regularização fiscal. Com um CNPJ ativo, você pode emitir nota fiscal de serviços, firmar contratos com empresas, participar de licitações e acessar linhas de crédito e financiamento com melhores taxas, voltadas exclusivamente para pessoas jurídicas. Além disso, ter um CNPJ transmite credibilidade e profissionalismo aos seus pacientes e parceiros, fortalecendo sua imagem no mercado e ampliando as possibilidades de crescimento do seu consultório ou empresa de nutrição. Vale destacar ainda que muitas clínicas, hospitais e demais empresas que demandam por esses profissionais só contratam nutricionistas como prestadores de serviço PJ (Pessoa Jurídica), exigindo a apresentação do CNPJ para formalizar a parceria. CNPJ para nutricionistas, qual o tipo mais indicado? Se você deseja abrir seu próprio consultório ou prestar serviços como PJ (Pessoa Jurídica), o caminho mais adequado é registrar uma Microempresa (ME). Veja os principais modelos possíveis para nutricionistas: 1. ME (Microempresa) 2. Tipos de constituição jurídica para nutricionistas Qual o CNAE para nutricionista? CNAE é a sigla para Classificação Nacional de Atividades Econômicas. Trata-se de um código numérico criado pelo governo brasileiro para identificar a atividade exercida por uma empresa ou profissional. Ele é essencial na hora de abrir um CNPJ, pois define quais tributos serão aplicados, qual será o regime tributário mais adequado e quais obrigações fiscais e legais devem ser cumpridas. No caso do nutricionista, o código mais utilizado é o 8650-0/02, que corresponde a “Atividades de profissionais da nutrição”. Você pode consultar a lista completa de CNAE no site do Governo Federal. Esse código permite atividades como: Como emitir nota fiscal sendo nutricionista? Ao abrir um CNPJ como nutricionista, será necessário emitir a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). Esse tipo de nota incide sobre o ISS (Imposto Sobre Serviços) e sua emissão varia de acordo com a prefeitura do município onde a empresa está registrada. As prefeituras oferecem sistemas próprios para emissão das notas fiscais. No processo de abertura e legalização da sua empresa, já cuidamos de toda essa questão de cadastro e emissão de notas fiscais de serviços. Confira nossos planos de contabilidade completa para profissionais da saúde. Em qual anexo do Simples Nacional se enquadra o nutricionista? No Simples Nacional, os serviços prestados por nutricionistas se enquadram no Anexo III, que possui alíquotas de impostos que vão de 6% a 33%, dependendo do faturamento, o que é muito mais vantajoso do que atuar como autônomo pessoa física. O regime Simples Nacional, como o próprio nome já diz, simplifica o pagamento de tributos, unificando-os em apenas uma guia, chamada de DAS. O valor do imposto a pagar está relacionado com o faturamento mensal e tem como vencimento todo dia 20 do mês subsequente. Conclusão Apesar de nutricionistas não poderem ser MEI, abrir uma empresa como Microempresa (ME) é uma excelente alternativa. Com o regime tributário adequado e um bom planejamento, é possível atuar como PJ com segurança, emitir notas fiscais e crescer profissionalmente, pois proporciona um aumento significativo nas possibilidades de fechar contratos em clínicas e hospitais. Se você é nutricionista e está em dúvida sobre como formalizar sua atuação, conte com uma contabilidade especializada no setor da saúde faz toda a diferença, fale conosco e descubra todos os benefícios de contar com um serviço de Contabilidade Digital para alavancar o seu negócio.

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Certificado Digital

Certificado Digital: O Que É, Para Que Serve e Quem Realmente Precisa?

Em um mundo cada vez mais digital, a segurança da informação é uma prioridade. E é aí que entra o certificado digital, uma ferramenta essencial para autenticar identidades e garantir transações seguras no meio eletrônico. Mas, afinal, quem precisa de certificado digital? Quais são os tipos? Qual a validade? Vamos esclarecer todas essas dúvidas neste artigo. O Que é Certificado Digital? Em suma, o certificado digital é como uma identidade eletrônica pois ele permite que uma pessoa física ou jurídica assine documentos digitalmente com validade jurídica, acesse sistemas públicos, e-mails criptografados, entre outras funções. Emitido por uma Autoridade Certificadora (AC), o certificado é um dos pilares da chamada ICP-Brasil – Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira, regulamentada pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). Quem Precisa de Certificado Digital? Depende da sua atividade. Veja os casos mais comuns: Quais São os Tipos de Certificado Digital? Existem dois tipos principais de certificado digital: 1. e-CPF e e-CNPJ 2. NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) Além disso, eles se dividem em: Qual a Validade do Certificado Digital? A validade varia pois depende do tipo escolhido: Ao final da validade, é necessário renová-lo para continuar usando normalmente. MEI Precisa de Certificado Digital? Em suma, o MEI (Microempreendedor Individual) não é obrigado a ter certificado digital. Porém, existem exceções: Se o MEI tiver funcionário registrado, o uso do certificado passa a ser obrigatório para envio do eSocial, pois as declarações enviadas para a previdência social exigem autenticação. Saiba mais no portal do Simples Nacional. Onde Posso Usar o Certificado Digital? As utilidades do certificado digital são amplas pois ele é muito importante no dia a dia: Existe Certificado Digital Gratuito? Embora o certificado digital seja pago, existem algumas iniciativas para gratuidade, como: No entanto, tome cuidado com sites que prometem certificado gratuito sem seguir os padrões da ICP-Brasil. Sempre verifique se a AC é credenciada. Consulte a lista oficial de ACs no site do ITI. Conclusão O certificado digital é um aliado da segurança e praticidade no ambiente eletrônico. Seja para profissionais autônomos, empresas ou empreendedores pois ele garante agilidade e validade legal nas ações digitais. Escolher o tipo certo e manter-se atualizado quanto à sua obrigatoriedade é fundamental. Pensando em abrir o seu próprio negócio? Fale conosco, conheça nossos planos e todas as vantagens de ter uma contabilidade online para ajudar no crescimento do seu negócio.

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Servidor Público

Servidor Público Pode Abrir Empresa? Entenda As Regras e Oportunidades!

Você já se perguntou se um servidor público pode abrir empresa no Brasil? Essa é uma dúvida muito comum entre funcionários públicos que sonham em empreender sem abrir mão da estabilidade de seu cargo. Neste artigo, vamos esclarecer tudo o que a legislação prevê sobre o tema, apresentar exemplos práticos e mostrar quais alternativas estão ao alcance desses profissionais. Acompanhe até o final! O Que Diz a Lei Sobre Servidor Público e Atividades Empresariais? No Brasil, a regra básica está na Lei nº 8.112/1990, que trata do regime jurídico dos servidores públicos civis da União. De acordo com o artigo 117, inciso X, é proibido ao servidor público “participar de gerência ou administração de empresa privada, sociedade civil, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário”. Ou seja, o servidor não pode ser administrador de uma empresa (como sócio-gerente de uma Ltda ou diretor de uma S.A.), mas pode ser sócio-cotista, apenas investindo sem participação ativa na gestão do negócio. Em Resumo: Essa regra visa evitar o conflito de interesses e garantir que o servidor se dedique de forma integral às suas funções públicas. Tipos de Empresa Que o Servidor Público Pode Ter Com a limitação de não poder ser gestor, o servidor público pode se associar a empresas de maneira estratégica. Veja algumas possibilidades: Exemplo Prático: Um(a) servidor que atua como professor(a) pode abrir uma empresa de consultoria? Se ele for apenas cotista e não executar serviços diretamente, a princípio sim. Mas se ele for atuar na prestação direta dos serviços, isso pode configurar acúmulo de funções públicas e privadas, sendo proibido. Quais as Penalidades Caso Descumpra as Regras? Se um servidor público abrir uma empresa e atuar como administrador ou exercer atividade incompatível com sua função pública, pode sofrer processo administrativo disciplinar, sujeito a sanções que vão desde advertência até a demissão do cargo público. Portanto, é fundamental respeitar os limites legais e, em caso de dúvida, consultar o setor jurídico do órgão onde trabalha. Benefícios de Ser Empreendedor Sendo Servidor Mesmo com limitações, investir em negócios pode ser uma excelente alternativa para servidores públicos que desejam: Importante: Sempre mantenha a transparência sobre sua condição de servidor em eventuais contratos e documentos, evitando possíveis conflitos futuros. Dicas Para Servidores Que Querem Empreender Se você é servidor e deseja investir em um negócio, siga estas dicas: Conclusão Servidor público, em suma, pode sim abrir empresa — mas dentro de regras bem específicas. Com planejamento, estratégia e assessoria adequada, é possível empreender e construir patrimônio sem infringir a lei. Quer saber como estruturar sua empresa da forma certa e ainda otimizar seus ganhos de maneira segura? A Profits Contabilidade Digital é especialista em atender profissionais liberais e servidores que desejam empreender com segurança jurídica e eficiência tributária! Entre em contato conosco, conheça nossos planos.

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Imposto de Renda 2025

Imposto de Renda 2025

Todos os anos, milhões de brasileiros precisam prestar contas à Receita Federal por meio da declaração do Imposto de Renda. Em 2025, novas regras e limites podem determinar quem deve ou não enviar a declaração. Neste artigo, explicamos detalhadamente quais são os critérios de obrigatoriedade e como evitar problemas com o Fisco. Quem Deve Declarar o Imposto de Renda em 2025? A Receita Federal estabelece critérios que determinam a obrigatoriedade da declaração. Para 2025, devem declarar o Imposto de Renda os contribuintes que se encaixam em pelo menos uma das seguintes situações: 1. Rendimentos Tributáveis Acima do Limite Quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 30.639,90 no ano de 2024 (valor estimado com base na correção da tabela do IR) deve declarar. Esses rendimentos incluem: 2. Rendimentos Isentos, Não Tributáveis ou Tributados na Fonte Se o contribuinte recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superiores a R$ 40.000,00, ele deve apresentar a declaração. Isso pode incluir: 3. Bens e Direitos Acima de R$ 300.000,00 Aqueles que possuíam, até 31 de dezembro de 2024, bens e direitos (como imóveis, veículos e aplicações financeiras) somando mais de R$ 300.000,00 precisam declarar o IR. 4. Atividade Rural Quem obteve receita bruta superior a R$ 153.199,50 com atividade rural deve fazer a declaração. Também é obrigatório declarar quem deseja compensar prejuízos de anos anteriores. 5. Operações em Bolsa de Valores Contribuintes que realizaram operações na Bolsa de Valores, mercado de futuros ou similares, independentemente do valor movimentado, precisam declarar. 6. Residente no Brasil com Ganhos no Exterior Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer momento de 2024 e teve ganhos no exterior também deve prestar contas à Receita. Quem Está Isento da Declaração? Estão isentos da obrigação de declarar o Imposto de Renda 2025: O Que Acontece se Não Declarar? Quem estiver obrigado a declarar e não o fizer dentro do prazo estará sujeito a multas que começam em R$ 165,74 e podem chegar a 20% do imposto devido. Além disso, pode cair na malha fina, enfrentar dificuldades para obter financiamentos e ficar com o CPF irregular. Como Fazer a Declaração do IR 2025? A declaração pode ser feita de três formas: Dicas Para Não Cair na Malha Fina Conclusão O Imposto de Renda 2025 exige atenção para evitar problemas com a Receita Federal. Certifique-se de verificar se você se enquadra nos critérios de obrigatoriedade e faça sua declaração dentro do prazo. Se você não quer correr o risco de cair na malha fina, deseja entregar a sua declaração dentro do prazo e restituir o máximo possível, seguindo todas as normas legais, entre em contato conosco. Declare o seu Imposto de Renda com quem realmente entende do assunto, oferecemos o serviço de declaração de forma online para todo o Brasil.

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Carne leao

Carnê Leão para Profissionais de Saúde: Guia Completo para o Imposto de Renda

O Carnê Leão é uma obrigação fiscal que muitos profissionais da saúde precisam cumprir, mas que ainda gera dúvidas. Se você é médico, dentista, fisioterapeuta, psicólogo ou qualquer outro profissional da área da saúde que presta serviços de forma autônoma, este artigo é para você. Aqui, vamos explicar tudo sobre o Carnê Leão: o que é, como funciona, como calcular e pagar corretamente esse imposto, evitando problemas com a Receita Federal. Continue lendo e tire todas as suas dúvidas! O que é o Carnê Leão? O Carnê Leão é uma forma de recolhimento obrigatório do Imposto de Renda para quem recebe rendimentos de pessoas físicas e não tem imposto retido na fonte. Por isso ele é regulamentado pela Receita Federal e deve ser pago mensalmente pelos profissionais autônomos. Diferente de um trabalhador CLT, que tem o imposto retido pelo empregador, o profissional autônomo precisa calcular e recolher o imposto sobre seus rendimentos de forma independente, mês a mês. Quem é obrigado a pagar o Carnê Leão? Profissionais da saúde que atuam como autônomos e prestam serviços para pessoas físicas são obrigados a recolher o Carnê Leão. Em suma, isso inclui: Se o seu faturamento mensal exceder o limite de isenção do Imposto de Renda, é necessário fazer o recolhimento. Como calcular o Carnê Leão? O cálculo do Carnê Leão segue a tabela progressiva do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), que é atualizada anualmente. Veja os valores para 2025: Base de Cálculo Mensal (R$) Alíquota (%) Parcela a Deduzir (R$) Até 2.259,20 Isento 0,00 De 2.259,21 até 2.826,65 7,5% 169,44 De 2.826,66 até 3.751,05 15% 381,44 De 3.751,06 até 4.664,68 22,5% 662,77 Acima de 4.664,68 27,5% 896,00 O cálculo do imposto devido segue a fórmula: (Imposto devido) = (Rendimento tributável – Deduções) x Alíquota – Parcela a deduzir Exemplo prático Imagine que um psicólogo tenha recebido R$ 6.000 no mês de janeiro, exclusivamente de pessoas físicas. Ele pode deduzir despesas permitidas e o valor pago ao INSS. Supondo: Cálculo: (4.940 x 27,5%) – 896 = 1.358,50 – 896 = R$ 462,50 O profissional deve pagar R$ 462,50 via DARF até o último dia útil do mês seguinte. Como pagar o Carnê Leão? O pagamento é feito por meio do DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), gerado pelo programa Carnê Leão Web, disponível no portal e-CAC da Receita Federal. Passo a passo para gerar e pagar o Carnê Leão: Atenção: O vencimento é sempre no último dia útil do mês seguinte ao recebimento do rendimento. Quais despesas podem ser deduzidas no Carnê Leão? O profissional da saúde pode reduzir sua base de cálculo ao deduzir gastos necessários para a atividade profissional, tais como: Guarde todos os comprovantes, pois podem ser exigidos pela Receita Federal em caso de fiscalização. O que acontece se eu não pagar o Carnê Leão? O não pagamento do Carnê Leão pode gerar multas e juros. Além disso, ao fazer a Declaração de Imposto de Renda no ano seguinte, a Receita pode identificar a omissão e cobrar o imposto devido com acréscimos. Logo as consequências incluem: Evite problemas, mantenha seus pagamentos em dia e faça um planejamento tributário adequado. Alternativas para pagar menos imposto Se você é um profissional da saúde que fatura valores elevados, busque alternativas para reduzir a carga tributária. Algumas opções incluem: Conclusão O Carnê Leão é uma obrigação fiscal que deve ser cumprida por profissionais da saúde autônomos. Pode parecer complicado mas em suma, o processo pode ser simplificado com organização e conhecimento. Se você ainda tem dúvidas ou quer saber se há formas mais vantajosas de pagar menos impostos, fale conosco. Podemos ajudá-lo a encontrar a melhor estratégia tributária para sua profissão!

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Livro Caixa Profissionais da Saúde

Livro-Caixa Para Profissionais da Saúde: Tudo o Que Você Precisa Saber

O livro-caixa é uma ferramenta essencial para profissionais da saúde que atuam como autônomos, liberais ou microempreendedores. Se você é médico, dentista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, psicólogo ou outro profissional da área, entender como gerenciar suas finanças por meio do livro-caixa pode facilitar a sua contabilidade e otimizar seus impostos. Neste artigo, vamos explicar o que é o livro-caixa, como utilizá-lo corretamente e quais são seus benefícios para profissionais da saúde. O Que é o Livro-Caixa? O livro-caixa é um registro financeiro diário onde o profissional anota todas as receitas e despesas relacionadas ao seu consultório ou atividade profissional. Ele é uma ferramenta essencial para manter a organização das finanças e facilitar a apuração do imposto de renda. De acordo com a Receita Federal, profissionais da saúde que atuam como pessoas físicas e não possuem empresa constituída podem deduzir despesas do livro-caixa para reduzir a base de cálculo do Imposto de Renda. Quem Deve Utilizar o Livro-Caixa? Benefícios do Livro-Caixa para Profissionais da Saúde 1. Redução da Carga Tributária O principal benefício do livro-caixa é a dedução de despesas no Imposto de Renda. Despesas essenciais para o funcionamento do consultório, como aluguel, contas de luz, água, internet, materiais de consumo e até funcionários, podem ser abatidas, reduzindo o imposto a pagar. 2. Maior Controle Financeiro Com um livro-caixa bem organizado, o profissional consegue acompanhar entradas e saídas de dinheiro, evitando surpresas no fim do mês e garantindo maior previsibilidade financeira. 3. Facilidade na Declaração do Imposto de Renda Na hora de preencher a Declaração de Ajuste Anual, ter todas as receitas e despesas registradas corretamente no livro-caixa facilita o processo e evita problemas com a Receita Federal. 4. Organização e Planejamento Um livro-caixa bem estruturado permite ao profissional entender seus custos fixos e variáveis, ajudando na precificação dos serviços e na projeção de investimentos futuros. Como Preencher o Livro-Caixa de Forma Correta Para garantir a conformidade com a Receita Federal e evitar problemas futuros, siga estas orientações ao preencher seu livro-caixa: 1. Registre Todas as Receitas Anote todos os valores recebidos pelos atendimentos, consultas e procedimentos realizados. É importante indicar a data, o paciente e o valor recebido. 2. Anote Todas as Despesas Dedutíveis Entre as despesas que podem ser registradas, destacam-se: 3. Utilize um Sistema Hoje, existem ferramentas online que facilitam o registro e a organização das informações do livro-caixa, automatizando cálculos e evitando erros. 4. Armazene Comprovantes A Receita Federal pode exigir a comprovação das despesas registradas no livro-caixa. Portanto, guarde notas fiscais e recibos por pelo menos cinco anos. Erros Comuns na Manutenção do Livro-Caixa Evite os seguintes erros ao preencher seu livro-caixa: Conclusão O livro-caixa é um grande aliado dos profissionais da saúde que atuam como autônomos. Além de ajudar na organização financeira, ele permite reduzir impostos de forma legal, garantindo maior economia e previsibilidade nos negócios. Se você ainda não utiliza o livro-caixa, comece agora mesmo! Utilize um sistema para facilitar o processo, consulte um contador especializado para garantir que tudo esteja conforme a legislação. 🔹 Precisa de ajuda com sua contabilidade? Entre em contato com a Profits Contabilidade, conheça nossos planos exclusivos para profissionais da saúde.

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Empreendedorismo Digital

Empreendedorismo Digital: O Que É e Como Criar um Negócio Lucrativo na Internet

O empreendedorismo digital é um modelo de negócio que utiliza a internet para comercializar produtos e serviços, permitindo que qualquer pessoa comece um empreendimento sem a necessidade de uma estrutura física complexa. Com um dispositivo conectado à internet e uma estratégia bem definida, é possível construir um negócio rentável e escalável. Se você deseja entrar no mundo digital e garantir sua fatia no mercado online, continue a leitura e descubra como começar, quais são os principais modelos e as vantagens desse tipo de negócio. O Que é Empreendedorismo Digital? Aquele que desenvolve e opera negócios exclusivamente no ambiente virtual pode ser chamado de empreendedor digital. Diferente dos negócios tradicionais, esse modelo permite baixos custos operacionais, maior flexibilidade e um público potencial muito maior. Entre os principais modelos de negócios digitais, destacam-se: Como Iniciar um Negócio Digital do Zero? Para iniciar um negócio digital lucrativo, siga estes passos fundamentais: 1. Escolha um Nicho Lucrativo Antes de começar, defina um nicho de mercado que tenha demanda. Nichos populares incluem finanças, saúde, desenvolvimento pessoal, tecnologia e educação. Use ferramentas como Google Trends e Planejador de Palavras-chave do Google Ads para validar o potencial do mercado. 2. Crie um Plano de Negócios Mesmo no ambiente digital, um planejamento sólido é essencial. Defina: 3. Construa uma Presença Online Registre um domínio profissional e crie um site otimizado para SEO, garantindo melhor posicionamento no Google. Além disso, tenha perfis ativos nas redes sociais mais relevantes para o seu público. 4. Invista em Marketing Digital Para atrair clientes, aposte em estratégias como: 5. Automatize e Escale Seu Negócio Use ferramentas de automação para e-mails, atendimento e processos internos. Isso permite crescimento sustentável e aumenta os lucros sem necessidade de grandes investimentos adicionais. Vantagens do Empreendedorismo Digital Empreender online oferece diversas vantagens, como:✅ Baixo custo inicial – Não há necessidade de aluguel ou grande estoque.✅ Escalabilidade – Potencial de crescimento sem aumento proporcional de custos.✅ Flexibilidade – Trabalhe de qualquer lugar, no seu próprio ritmo.✅ Grande alcance – Possibilidade de vender para todo o Brasil e até internacionalmente. Conclusão Empreender na rede representa uma oportunidade única para quem deseja independência financeira e crescimento profissional. Com um bom planejamento e as estratégias certas, é possível transformar seu conhecimento e habilidades em um negócio lucrativo na internet. Conheça nossos serviços e descubra como uma contabilidade digital pode ajudar você a alavancar o seu negócio.

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